segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Cigarro faz mal à saúde e à estética




















Em um estudo publicado no International Journal of Biological Sciences desse ano, foi demonstrado que o cigarro causa danos celulares, incluindo perda de conexões intracelulares, intervalos entre as células, flacidez e núcleo disforme. Além de uma alteração no crescimento de mediadores inflamatórios. Por alterar a morfologia das mitocôndrias, há um crescimento na formação de radicais livres, o que aumenta a inflamação.

Além do mais constataram que houve uma queda das enzimas antioxidantes SOD e GPX quando expostas ao cigarro, diminuindo portanto as defesas antioxidantes contra os radicais livres em excesso, contribuindo para a aparência envelhecida da pele. Por alterar o metabolismo de fibroblastos, há uma piora na cicatrização. Outros estudos trabalham com a hipótese de que o fumo aumenta a elastose e com isso há o aumento de rugas. Os compostos químicos do cigarro diminuem o fluxo sanguíneo e a resposta imune, também diminuem os níveis de vitaminas C e E, os níveis de óxido nítrico e aumenta a peroxidação lipídica.

Ao atingir o cérebro, a nicotina liga-se a receptores levando à liberação de neurotransmissores como a dopamina, responsável pela sensação de prazer e euforia, o que leva à dependência química. Assim que os receptores começam a ficar vazios, o fumante tem a necessidade de fumar novamente. Sua retirada provoca a chamada síndrome de abstinência, que causa ansiedade, inquietação, irritação, distúrbios de sono, tristeza, suores, dor de cabeça, falta de concentração, tontura e alteração no hábito intestinal. Por conta dos sintomas os fumantes têm recaídas. É preciso uma readaptação química dos receptores e isso leva tempo.

Muito fumantes relatam que ao parar de fumar ganham peso. Alguns estudos trabalham com a hipótese que isso ocorre pelo aumento da atividade da lipase lipoprotéica do tecido adiposo, levando a um maior depósito de gordura, um aumento no aporte calórico, diminuição do metabolismo e da atividade física.

Além disso eles apresentam uma menor absorção de carboidratos e uma alteração na produção de insulina ou mesmo uma resistência à mesma. Alternativas como a prática de atividade física, ingestão de carboidratos complexos (ricos em fibras), beber muita água, evitar café, bebidas acloólicas e refrigerantes por serem estimulantes ajudam na melhora dos sintomas e a largar o vício.


Fonte: Marketing GrupoM8

Nenhum comentário:

Postar um comentário